Parceria rende tubos

É comum se deparar com vídeos ou fotos nas redes sociais de surfistas que não estão nas mídias ou nem nos principais campeonatos, mas surfando picos épicos, ondas perfeitas, com estilo e longe dos crowds. Muitos têm até potencial para disputar uma etapa QS. Mas, na realidade, a única preocupação destes free surfers é pegar ondas perfeitas e curtir o lifestyle pelo simples prazer de surfar.

Ao observar esta tribo, a marca de blocos Millennium Foam Brasil resolveu incentivar Kauai Zanetti, 29 anos, surfista do Guarujá. Kauai tem experiência em vários tipos de onda, já viajou para Costa Rica, México, Galápagos, Chile, Indonésia e Havaí, de onde chegou recentemente de uma temporada de 20 dias e aprimorou ainda mais o seu surfe em picos como Maui, Hookipa, Jaws, Honolua Bay, Pipeline e Backdoor, Off The Wall, Rocky Point, Sunset, Gas Chambers e Backyards.

“O surfe é o amor da minha vida, mas quando era criança e comecei a correr algumas competições colegiais não me dei bem, sempre ondas pequenas, e com 1,96m de altura me sentia em desvantagem. Sempre me vi mais feliz pegando ondas boas com meus amigos em algum lugar irado do mundo (risos)”, conta Zanetti.

Kauai vem de uma família de surfistas. O pai José Roberto Zanetti, de 58 anos, e o irmão Maui Zanetti, de 23 anos, também são surfistas. Com cinco anos ele ganhou a sua primeira prancha do pai. Mas, foi aos 12 anos que o amor pelo surfe aflorou em Kauai.

Na sua ida ao Havaí nesta temporada, o guarujaense contou com o apoio da Millennium Brasil. Ele viajou com um quiver de quatro pranchas: 5’11”; 6’3”; 6’7” e 7’4”, e encarou diversos tipos de mares. Todas produzidas pelo shaper Alexandre Flora, da Akiwas Surfboards.

“Depois que as minhas pranchas passaram a ser fabricadas com esses novos blocos, percebi uma considerável evolução no meu surfe. As manobras ganharam mais pressão, principalmente as cavadas, e nas manobras aéreas mais altura, mesmo mantendo o mesmo tamanho e tipo de shape. É um bloco com muita resistência e flexibilidade”, diz Kauai.

“Eu sempre quebrei muitas pranchas, sempre associando ao meu peso e também as manobras em ondas power. E era sempre quando a prancha já estava adaptada ao meu surfe que quebrava. E depois de reparada, a prancha já não tem a mesma performance. Aí, eu tinha que fazer outra e começar todo o processo de adaptação novamente. Com essas últimas, que fiz com o bloco da Millennium, surfei bombas e não quebrei nenhuma.”, conclui.

Veja na integra em:  http://www.waves.com.br/tbts/parceria-rende-frutos/

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